Mudanças das refeições em aviões: saiba o que mudou com a pandemia

September 4, 2020

 

O setor aéreo foi um dos mais afetados pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Segundo a consultoria Bain & Company, os impactos negativos em sua cadeia devem ser notáveis pelo menos até o fim de 2023. A previsão é que a demanda global só deve voltar ao patamar pré-coronavírus em meados de 2022, considerando que a crise seja moderada. Enquanto isso, as companhias aéreas adotam mudanças nas refeições em aviões a fim de seguir os protocolos para evitar o contágio e garantir a segurança alimentar.

 

Dentro dos aviões, como detalha esta reportagem do UOL, os responsáveis por servir a comida usam itens que lembram os profissionais da saúde, como máscaras, óculos de proteção e luvas. Além disso, como ocorre já em restaurantes, os cardápios de comidas e bebidas distribuídos na primeira classe ou classe executiva são descartáveis, para evitar o contato de mais de uma pessoa.

Na pandemia, a maioria das companhias aéreas durante os voos internacionais está priorizando alimentos e bebidas em embalagens individuais. Algumas inclusive servem apenas industrializados, previamente higienizados e lacrados. Por enquanto, o serviço de compra de refeição a bordo está suspenso por prazo indeterminado. Como antes da pandemia, as companhias permitem também que passageiros levem a própria comida.

 

Os cuidados com a segurança alimentar redobraram com a pandemia

Mesmo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) tenha declarado que os alimentos não transmitem de forma direta o novo coronavírus, as companhias aéreas ou empresas de catering redobraram os cuidados com a segurança alimentar. 

 

Agora, muitas empresas estão servindo os alimentos em um saco, para evitar o contato e diminuir a interatividade entre o tripulante e o passageiro. 

 

Além disso, a preocupação é de, mesmo com certas restrições, entregar os alimentos com qualidade de sabor, textura e temperatura, adotando práticas de excelência da segurança alimentar. Dessa forma, eleva o potencial nutritivo dos pratos, evita o desperdício de alimentos, otimiza a produção e entra em conformidade com as legislações vigentes.

 

A segurança alimentar é garantida, por exemplo, por equipamentos tecnológicos, fornos combinados e resfriadores, que possuem câmaras 100% isentas de ação de ação microbiológica. Sendo assim, os alimentos mantêm as mesmas características de um produto fresco. Sem contar a capacidade de produzir mais em menos tempo.

 

Os fornos possuem uma tecnologia que permite a interação com o operador: basta programar, configurando a cocção, grau de cozimento, coloração e temperatura. 

 

Já os resfriadores/ultracongeladores possuem mais de 8 aplicações distintas e ainda contam com exclusiva tecnologia de resfriamento: a câmara atinge de +85ºC a -40ºC, garantindo a qualidade e o frescor dos alimentos.

 

Na hora da limpeza, as lavadoras de louça da Engefood lavam mais de 1800 pratos por hora, com máxima eficiência na higienização de pratos, copos, talheres e utensílios. Nessa pandemia, por outro lado, os estabelecimentos têm priorizado utensílios descartáveis.

 

Além dos equipamentos, as empresas ou companhias aéreas que prezam pela segurança alimentar geralmente contam com treinamento e suporte de empresas como a Engefood, líder em soluções para o food service.

Dessa forma, contam com:

  • Alimentos sempre frescos, com qualidade e nutrientes preservados;

  • Equipamentos de fácil manuseio e higienização;

  • Produção alimentar em larga escala, com rapidez e eficiência;

  • Redução substancial de colaboradores e de custos contínuos operacionais.

Conheça todas as soluções da Engefood para o seu negócio.

 

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